sábado, 19 de junho de 2010

Confusos, difusos, intrusos.

Seria possível pararem de falar o que é certo e o que é errado? Indivíduo, no momento, isto só está servindo pra você. Mil perdões, mas felizmente isso não vale o mínimo. Sabes como é, né?
Chega do tal talvez, de desanimações, noites de insônia, pensamentos vagos, palavras não ditas e choros reprimidos. Amor não correspondido, carinho abstrato, traições breves, dúvida cruel, dever e direito.
Ela sabe de seu dever!
Cada um sabe onde o sapato aperta, não é mesmo? Então por favor, seus "falares" estão enchendo o saco. Embora até entenda.
Lado profissional. E daí se eu quiser seguir a carreira? E daí se depois de algumas semanas eu desistir? E daí se eu me arrepender? E daí se eu tentar? E daí se eu gostar? E daí se eu vencer?
Está mais do que na hora de tomar decisões responsáveis, mesmo que equivocadas. Pra vocês, é claro.
Pesar os favores e os contras é fundamental. Eu quero isso pra mim - tiro no escuro. A vida é isso. Eu aceito.
Quando se quer, ninguém tem o direito de jogar algo contra. Estou aberta a opniões sempre, mas não se imponha ao que acha ser certo. Duvido muito que isso seja pra mim. Não mande, terás bem mais créditos.
E depois se nada der lucro? Viro cantora! De brega. Va-lha-me, Deus!

É tudo tão confuso em sua vida, ela só deseja criar asas e voar.
Tudo que tenho são promessas. Eu preciso de motivos.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Subi no morro. Escorreguei.

Ei, você. Sim, você mesmo. O que seria certo? E o que seria errado? O que seria o amor? Você já sentiu? Você está sentindo? Sente saudades? Mas o que é a saudade? Você está com medo? Se EU fosse VOCÊ teria. Não de ninguém, só de você mesmo...
Difícil acreditar quando se foi obrigada a desacreditar. Desacreditar no belo, no ideal, no perfeito, no quase impossível de existir.
O cheiro, o gosto, a vontade, o prazer, tudo, tudo na verdade se perde quando misturado a uma história falsa, quando é estragado sem motivo, ou até mesmo com motivo - esse seu motivo desprezível. Não adianta! Não, não vai adiantar. Eu não quero essa história, isso não é pra mim.
Acabe com qualquer fio de esperança, acabe com qualquer lembrança que te faça sorrir - sim, que te faça sorrir -, acabe com a saudade, acabe com a liberdade.
Permita-se começar de novo, nada pela metade, muito menos de onde parou.
Certo, realmente a vida é constituída de erros, e é disso que surgem as experiências.
Mas ninguém, NINGUÉM, é obrigado a viver "obrigado". Mesmo quando se quer estar perto...


Não sei como me livrar de certas sensações, certos cansaços, e de certas derrotas. Pra mim é tudo sempre tão igual.

domingo, 6 de junho de 2010

Treze de setembro.

Respeito é sentimento mútuo. Deve exigir quem tiver pra dar. Cada pessoa tem um ponto de vista. E neste ponto, sou obrigada a ignorar a educação quando me exigem o lado oposto. Não considero como pecado.
Lua, dia, horas ou minutos, seja lá o que for... Você não é obrigado a guardar, e o suposto ouvinte não é obrigado a escutar e aguentar caprichos.
Sou caprichosa? Sim. Demais! Sei a hora de parar? Feliz ou infelizmente, não. Às vezes, não. Mas de uma coisa eu tenho certeza, não obrigo ninguém. E mesmo assim sou errada?
Tudo neste mundo tem limite, a vida tem, por que um ser não pode ter? Pessoa, nem eu e nem ninguém te obriga a aturar o inaturável. Cada um se comporta de um jeito diferente, tem um pensamento diferente, seus limites são distintos e sua paciência mais ainda. Então pra quê isso? Joga tudo para o alto e vive! "Fizemos isso tantas vezes". Está tudo bem.
A saudade alheia é só a primeira e inevitável consequência.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Cheirin de coisa nova.

O novo me dá medo. O novo me atrai.

Tudo o que seja ímpar me atrai. O par me impressiona em quase nada.
Uma amizade ímpar, um amor ímpar, momentos ímpares, uma felicidade estonteantemente ímpar, uma vida par. Mas por que isto teria que ser par? Por que logo isto? Por que uma vida par? Ela simplesmente não me impressiona - não mais. Pronto, está aí a resposta.
Palavras, gestos, carinhos, bobagens, fotos, fatos e lembranças. Tudo tornou-se par. O que vier, veio! Sem tanta emoção, sem tanta euforia, sem o estômago encolher, sem a mão suar, sem o coração disparar - eu não quero que dispare. Pois bem, a saudade também tornou-se par.
Comparados a este amor ímpar, o mais lindo, o mais limpo (não mais puro), eu e você, formando um quase belo "par", em apenas um querer.
Agora, o que mais posso afirmar?
Par com par, dá par. Ímpar com ímpar, dá par.
Minha vida sem você tornou-se um ímpar sem prazer. Eu quero.
Eu não devo.