sábado, 31 de julho de 2010

Lampejo.

Ela desde que descobriu um verdadeiro sentido pra sua vida, procurou dedicar-se à apenas um objetivo. O melhor de todos, como se pode ver, o mais importante.
Fez-se a mulher entre tantas outras. Assim pensava ser, seguia a seu modo.
Não foi o bastante.
O problema não foi ela. A pressa por amar foi sua maior inimiga.

A autora se responsabiliza por qualquer dano causado ao seu apertado coração.
Só mais um pensamento solto.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Pizza ao forno.

Por um momento ela se pegou pensando no sentimento da amizade. Sim, logo hoje, dia pertencente a 'palavra' amigo. Na verdade se viu imersa à atitudes de uma pessoa em especial, e que por consequência a levou à este assunto, e por falar nisso, foi um prato cheio. Agradeceu-a.
A mesma resolveu revoltar-se, assim seguindo o exemplo de tantas outras que só percebem ter amigos verdadeiros ou não uma vez no ano - coisa típica. Típica também são as frases e textos melancólicos, autoritários e com cara de ' nem aí'. Hilário. A palavra mais lembrada de todo um dicionário é a "banalizar", exatamente um verbo que pode ser conjugado em tantas pessoas, mas muito raramente na primeira do singular. Diga: Eu banalizo! Não tenha tanta vergonha.
Considerando-se uma pessoa com sorte, usa o famoso clichê... "Eu tenho poucos, mas tenho os melhores". Mas posso falar uma verdade? Nem ela mesma tem certeza disso. Não sabe falar por ninguém, não consegue, não é com ela.
Depois de alguns minutos inerte em pensamentos, chegou a conclusão que passou a ser muito seletiva, mais metódica, apesar de sempre querer confiar e amar sem limites. Teve que aprender, aprendeu, e vejo que ela se sente grata.
Porém, não à necessidade de temer, de limitar-se, de esconder.
Ame. A tudo e todos. Esteja prevenido sim, mas nunca armado contra experiências, momentos e sorrisos novos. Viver com a alegria no rosto por culpa deles é uma das melhores coisas do mundo. Hoje tiro por ela.
Um feliz dia do amigo a todos os meus. Um feliz dia do amigo a todos os seus.
Ainda tenho alguns à ligar.
E você ser humano, após o trabalho, passe no supermercado e compre um bife de primeira para o seu cachorro.

Veio como um flash, com duração de uma pizza ao forno.

domingo, 18 de julho de 2010

Questão de costume.

Pequenos fatos depois de um tempo se tornam tão insignificantes. Tempo este que é vivido sob uma máscara negra, tão pequena, mas que divide tanto, que afasta, que não permite reconhecer o belo mais puro existente em um mundo que só existia lindos momentos e grandes expectativas. Você e ele. Tudo se converte. Transformou, destranformou, transformará se assim quiseres.
Confesso que me vejo perdida nesse querer. Não faz bem. Não alimenta.
Um dividor de águas, um divisor de vidas, um divisor de mundos, um divisor de planos. O que é seu, é seu; o que é dele, é dele. O nosso agora deixa de existir.
Vai ver que não será tão triste assim. Grite ao senhor do tempo.

domingo, 11 de julho de 2010

Particular.

A minha boca quer a sua. O meu coração grita pela sua voz.
Carinho, chamego, dengo. Quero o momento vivido, os planos inventados. Apelo pela palavra não dita.
Sinto-me tão frágil aos olhos alheios. Aos desejos idealizados sutilmente nas mentes perigosas. À tentação instantânea. À vontade de querer e não ter.
Você partiu meu coração. Nós nos amamos.
Mas é um encanto saber que vai passar. Que sempre passa. Não passou ainda, mas vai passar!