Sou a febre que lhe queima mas você não deixa. O sangue bombeado a cada batida de seu coração, sendo levado a toda parte de seu corpo. O sorriso espontâneo presente no pensamento falado. A crise de histeria combinada à falta que te faço.
Sou a sua preferência de cor, música e filme. A sua comida. Sou o lugar que te transmite esperanças. A melhor parte da dança.
Sou a sua preferência de cor, música e filme. A sua comida. Sou o lugar que te transmite esperanças. A melhor parte da dança.
Sou quem dá e recebe todo prazer camuflado em cada ato.
Sou a sua voz que grita mas você não aceita. O ouvido que lhe escuta quando as vozes se ocultam.
Sou o passado mais presente do nosso futuro incerto. O sim e o não do correto. A paz que reina ao seu redor. O timbre que nos equaliza numa sintonia só.
Sou seu passo perdido quando não encontras o caminho. Sou a intensidade do carinho.
Sou a outra parte da tua face. Da moeda. A cara metade.
Sou o amor que dei e o amor que tive.
Sou o machucado presente, a alegria testemunhada. Eu sou o objetivo alcançado. A sua concentração.
Sou o seu interior. Sua canção de ninar. A emoção explícita que deixa ser transmitida pelo tom de sua voz.
Sou todo um conjunto de fatores que você consegue entender tão bem.
Sou o novo, o antigo, a renovação do minuto.
Consigo ser o imperfeito. O contraste e a contradição.
Eu sou toda a sua complexidade. Eu sou o que fomos.
E ao final percebo que acabo falando por mim. Ocultação da segunda pessoa do singular.
Você era, e continua sendo tudo isso. E eu sou apenas quem fala e não sabe o que sente. Eu fui a prioridade.
-
Inspirada numa canção do Mauro Kwitko. Na voz do Ney Matogrosso.
Sou a sua voz que grita mas você não aceita. O ouvido que lhe escuta quando as vozes se ocultam.
Sou o passado mais presente do nosso futuro incerto. O sim e o não do correto. A paz que reina ao seu redor. O timbre que nos equaliza numa sintonia só.
Sou seu passo perdido quando não encontras o caminho. Sou a intensidade do carinho.
Sou a outra parte da tua face. Da moeda. A cara metade.
Sou o amor que dei e o amor que tive.
Sou o machucado presente, a alegria testemunhada. Eu sou o objetivo alcançado. A sua concentração.
Sou o seu interior. Sua canção de ninar. A emoção explícita que deixa ser transmitida pelo tom de sua voz.
Sou todo um conjunto de fatores que você consegue entender tão bem.
Sou o novo, o antigo, a renovação do minuto.
Consigo ser o imperfeito. O contraste e a contradição.
Eu sou toda a sua complexidade. Eu sou o que fomos.
E ao final percebo que acabo falando por mim. Ocultação da segunda pessoa do singular.
Você era, e continua sendo tudo isso. E eu sou apenas quem fala e não sabe o que sente. Eu fui a prioridade.
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Inspirada numa canção do Mauro Kwitko. Na voz do Ney Matogrosso.


(...) A melhor parte da dança.
ResponderExcluirSou quem dá e recebe todo prazer camuflado em cada ato.(...) Sou a intensidade do carinho. (...)Sua emoção explícita transmitida pelo tom de sua voz.(...)O contraste e a contradição.
Lindo, nhany! Lindo!
mt lindo raay *-*
ResponderExcluirolha raiane dii boa
ResponderExcluirmuito lindo
ResponderExcluirgosteiii
amiga, quando tu morrer vou te fzer o favor de botar esse texto no teu caixão, só pq ele vai ser "cartorizado" :)
ResponderExcluirTenho ORGULHO quando leiu seus textos amiga, são encantadores =D
. NessaCavalcanti
E como você ainda me pergunta o que vejo demais em teu blog?
ResponderExcluircara de pau, nêga!
tu é foda!