Procuro no timbre de sua voz algum rastro de quem você foi. Decepcionante.
Mesmo culpada por mais uma frustração, ainda continuo esperando muito de você. Grave erro.
Tudo fora do lugar, em meio a cartas de amor e sentimentos nostálgicos eu me perco.
Faço de uma tela o meu abrigo, de olhos alheios, a minha proteção.
O que vivo não faz mais sentido, e o que sinto não mais me transmiti coisa alguma.
Procuro. Não acho. Me acabo. Percebo.
Sou o que fomos. A metade de um todo. Uma lágrima. Um só coração.
Mas olha só que ironia lembrar dos momentos bons que passamos e ficar triste no fim de tudo...
Diante da certeza: tudo é incerto. Eu e a saudade.
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Maria Luíza Alexandrino (sua mó gata)
ResponderExcluirAmiga, que coisa em?
Me vi tão aqui em tuas lindas linhas.
A saudade vem me apertando a cada dia.
Pois é, aconteceu!
te amo.